Checkpoint #13 – A Armadilha da Nostalgia
Nunca antes na história dos videogames a nostalgia foi tão usada como recurso para motivar vendas: reutilização de personagens clássicos, referências a era 16 bits, jogabilidade retrô…Estaríamos diante de uma febre de homenagens ou de truques pra disfarçar produtos fracos e a falta de criatividade?
Sinceramente nunca compreendi o fascínio que os jogos antigos despertam nas pessoas a ponto de quererem reviver essas experiências em consoles atuais. Antes que atirem pedras, deixem eu me explicar melhor.
Comecei a jogar aos 8 anos no Master System, passei por toda as principais gerações, se não foi jogando, foi acompanhando tudo em revistas e nos famigerados fórums, então entendo perfeitamente todo o valor que os personagens clássicos tem, bem como a importância de cada período. O que não entendo é como alguém prefere gráficos de Mega Drive e Super Nintendo aos atuais, como tem gente que idolatra Mario Bros. e ignora Mario Galaxy, da mesma forma que não entendo pessoas que inferiorizam os jogos atuais sob o argumento de que “antigamente é que era bom” e se fecham num mundinho com suas camisetas Atari e tatuagens de Space Invanders. Acredite ou não tem muita gente com esses pensamentos por ai.
O exagero às vezes chega ao ponto de comparar as músicas orquestradas, bem produzidas e altamente complexas com os chiptunes oferecidos pelos videogames de 20 anos atrás, a justificativa é que “antigamente a trilha sonora era melhor porque era mais simples” ou “a música do Mario é antológica e imbatível porque todo mundo lembra”.
Não discuto a qualidade das trilhas de alguns jogos antigos, mas acredito também que muita música de jogo foi elevada ao patamar de clássico mais por osmose (devido ao alto grau de repetição de uma infância com poucos jogos e nenhum cartão de memória) do que por qualidade, o que gera um bando de pessoas aplaudindo versões remixadas ou reinterpretadas como na Video Games Live, quando na verdade estão aplaudindo suas próprias memórias e não a música em si.
Nostalgia (francês nostalgie) - s. f.
1. sensação de saudades de um tempo vivido, frequentemente idealizado e irreal.
2. estado melancólico causado pela falta de algo.
Ao meu ver, lembrar com carinho de uma época, na maioria das vezes, associada a infância do jogador não é um problema, da mesma forma que não vejo nada de errado em baixar emuladores e correr atrás daquele cartucho (Rom!) que era impossível de achar quando criança, o que me incomoda é o exagero de um grupo de pessoas de preterir o novo em função do antigo, classificando tudo o que é recente como inferior, sempre com argumentos infundados e absurdos. Vamos a um teste rápido para deixar ainda mais claro o meu ponto de vista e ver se você, caro leitor, faz parte desse grupo do qual estou falando.
Leia as afirmações abaixo e ao final responda de coração aberto:
- Tirando o valor sentimental, Final Fantasy VII ainda é um ótimo jogo, tanto em gráficos, jogabilidade e narrativa.
- Street Fighter II ainda é o melhor da franquia por causa de seus combos bem estruturados e do controle fácil de aprender
- O Super Nintendo é o melhor videogame de todos os tempos porque a maioria dos jogos era incrível e muitos são imbatíveis até hoje.
- Os jogos de Atari ainda são muito bons porque naquela época usávamos a imaginação para compreender o jogo, hoje em dia é tudo muito fácil.
Concordou com três ou mais afirmações? Se sim, você faz parte daquele grupo!
PAGUE PARA LEMBRAR
A síndrome da saudade descabida não é algo exclusivo dos videogames, muito pelo contrário. Encontramos pessoas que sentem saudades dos anos 80, mesmo tendo nascido no começo dos 90, pessoas que preferem o rock dos anos 70 porque de lá pra cá nada de bom mais foi criado ou aqueles que dizem que o cinema em preto e branco nunca foi nem será superado, aconteça o que acontecer!
Não me lembro de nada parecido na geração passada (ps2, gamecube e xbox), acredito que naquela época o importante era a competição gráfica e a promoção de novas franquias. Sinceramente não me vem a memória nenhum jogo grande daquela geração que se apoiasse no estilo retrô.
A indústria dos videogames, é claro, não deixaria esse fenômeno passar sem lucrar em cima ou alguém achou que era coincidência os vários jogos com temática clássica sendo lançados?
Relançamento de jogos de arcade na psn e live, jogos de portáteis antigos saindo para a loja virtual da Nintendo, conversões de antigos gêneros saindo no PC, sem contar os jogos novos que utilizam a mesma mecânica de jogos antigos, seja um jogo estilo beat ‘up 16 bits para promover um livro/quadrinho (Scott Pilgrim), seja a sequência de uma série com mais de 20 anos saindo nos moldes dos primeiros jogos ou os inúmeros jogos de plataforma que se apoiam no fato de serem indies para entregar algo no quesito “igual, mas diferente”, apelando para o valor nostálgico sem entregar nada realmente novo ou criativo.
Um desses Megaman foi lançado em 1987 e o outro em 2010. Adivinhe qual é qual?
LÁ E DE VOLTA OUTRA VEZ
Felizmente muitos jogos tem se aproveitado dessa moda de volta as origens para entregar algo novo. Mortal Kombat 9 é um dos melhores exemplos, vendo que a série estava naufragando bonito, os produtos decidiram recomeçar tudo, usaram para uma ambientação clássica, mas sem esquecer os personagens novos criados durante todo esse tempo, reutilizando velhas ideias e acrescentando novos conceitos. Um jeito de fazer isso do modo errado seria filmando atores e criando sprites bem do jeito anos 90 e lançando um jogo novo baseando totalmente na mecânica antiga (tal como Megaman 10 fez).
Rayman Origins lançado no final de 2011 também apostou no retorno à fórmula original, entretanto abusou da beleza gráfica, com cenários cheios de detalhes e provou que um jogo em plataforma 2D pode ser criativo e cativante sem cheirar a naftalina.
Outra série que ia mal das pernas e encontrou sua redenção ao visitar o passado e aprimorar o que tinha foi o Sonic. Deixando de lado as confusas histórias e tirando o foco de personagens irritantes, o jogo Sonic Generations (2011) mesclou o velho estilo plataforma em 2D com gráficos atualizados e oportunidades de jogar com uma versão aprimorada do Sonic em 3D. O jogo foi bastante elogiado e mostrou que o caminho certo não é abandonar completamente o passado, nem se apoiar de maneira apelativa nele. No final das contas, a conclusão que fica é que o segredo para um bom jogo, independente da época, é oferecer experiências novas, divertidas, capazes de propor desafios originais com aquela sensação de familiaridade da qual todos sempre gostam.
















Sou muito nostalgico, mas nem por isso deixo de apreciar jogos atuais.. (mas Chrono Trigger é o melhor RPG) hsuahsuahusha'
concordei fácil com as 3 primeiras afirmações, só com a do atari não posso comentar pois era muito novo e ninguém deixava eu jogar na época, no máximo joguei um pitfall
Eu até entendo a questão do cara querer relembarr os velhos tempos… só que não compro jogos antigos para os meus video games atuais… eu preferi matar saudades de outra forma, acabei fazendo uma pequena coleção mesmo com todos os consoles que eu quis ter quando muleque… http://img191.imageshack.us/img191/6532/img002822…
Eu não consigo jogar esses jogos antigos nos consoles atuais, pra matar saudades tem que ser por completo pra mim… eu sou daquela opinião também… não importa se o jogo é antigo ou novo, tendo boa história e sendo divertido, continua a mesma coisa… os jogos atuais são muito bons, mas os antigos tem a sua blz também…
Essa "beleza" dos jogos antigos é o que tentei questionar mesmo…
claro que tem jogos que não envelhecem e continuam ótimos (assim como tem filmes antigos, sem cor, sem som, como os do Chaplin que permanecem excelentes), mas acredito que a maioria dos jogos considerados "bons" daquela geração, não passam de nostalgia pura.
Pefect Dark é fraaaaco, Golden Axe e Top Gear são fraaaaacos! uhahuahua
Um bom exemplo disso Patrão sou eu mesmo, que joguei vários jogos antigos nesses últimos meses.
Por exemplo, joguei Xenogears e Chrono Trigger ano passado e eles ainda são EXCELENTES. RPGs que todos que curtem o estilo devem jogar. Porém, ao mesmo tempo, baixei o pacote de clássicos do Mega Drive na PSN e joguei Golden Axe e Altered Beast, jogos que achava bem bacana e não envelheceram NADA BEM (Altered Beast principalmente, é INIMIGANIVALMENTE HORRÍVEL) mas, ao mesmo tempo, jogos como Sonic 1 e 2 e Comix Zone funcionam ainda muito bem!!!
Aliás, que bela coleção eihn? Tem até Zeebo (!) com teclado (!!!) uhahuahua
Nossa, senti um pouco de revolta nesse texto, hahahaha! Concordo com quase tudo. Só acho que não tem problema você fazer um jogo usando técnicas ou estética do passado… mas aí tem que caprichar muito. Afinal de contas, hoje, se tem muito mais tecnologia disponível. Não aceitaria nada menos bonito que Chrono Trigger.
obs: viajei muito aqui imaginando um MK feito com sprites de atores filmados em altíssima definição, heheheh
uhauahuah! Que naaaada! Tem revolta nenhuma não! ;D
Mas é uma constatação! Será que um Scott Pilgrim (ou qualquer outro!) seria tão foda se não fosse o estilo gráfico? E se não fosse, quer dizer então que o gráfico é o mais importante? Enfim…é algo a se pensar!
Ainda jogo muitos games de 16 bits, mas me sinto ofendido quando empresas (alô Sega) não sabem o que fazer pra reavivar uma franquia e simplismente fazem o mesmo que fizeram a 20 anos só que em HD !!!! Megamans old schools são legais mas… com tanta tecnologia, não podem me dar algo novo e divertido com esse personagem por que ?
Cara eu sou uma pessoa muito nostálgica, lembro com muito carinho da época do Atari, Nes, Mega Drive e Snes, e nessa época tirando as revistas ninguém analisava muito os jogos, simplesmente se jogava até se conseguir um novo, por isso eu acho muito difícil hoje em dia analisar os jogos antigos tendo que comparar com a beleza gráfica e temática da geração atual, vejo muita gente falando sempre mal de Tomb Raider e seus gráficos horríveis e muitas vezes esses que falam mal são pessoas que não conseguiam passar da segunda fase de TR2 (não estou generalizando, só citando casos que conheço) eu sempre gostei da franquia e terminei todos os jogos na era PSX, mas não sei se teria coragem de jogar hoje, prefiro deixar na memória os bons momentos passados em cada fase.
Para não perder o foco do assunto, eu acho que esse lance das produtoras abusarem da nostalgia e não trazerem nada novo, ou um novo camuflado de velho ou vise-versa se dá muito dos gamers, porque? Sempre tem aquele chorão que diz, como você citou, que nçao tem jogos como antigamente e blá blá, e quando lançam um remake de um jogo que o cara gosta ele mete o pau e fica puto e tudo mais, porque tem muito gamer que é um filho da puta que não sabe o que quer e nunca esta satisfeito com nada, que um exemplo bem claro é o Sonic citado no seu texto.
Seu texto ficou muito legal e tem um assunto que rende muito, poderia virar um cast inclusive, eu simplesmente gosto de jogar e não imposta a época se um dia eu gostei (na maioria das vezes) eu continuo gostando do jogos.
PS: Até hoje eu curto muito Altered Beast e pelo menos uma vez por ano eu jogo ele( um pouco XD)
Altered Beast maldito ! Até hoje não consigo passada da segunda fase !
E Cimério, eu virei muitas vezes o meu Tomb Raider de Saturn, mas também prefiro não re-jogar pra manter uma memória feliz sobre a franquia XD
É verdade chapas, realmente na maioria dos casos reviver os games nostágicos pode acabar estragando as memórias da época em que jogamos originalmente é preciso abstrair muita coisa pra encarar jogos como Altered Beast com a mesma emoção hoje em dia, (pô na época era o God of War do mega.hehe). Eu tbm nunca passei da fase 2 ¬¬
Os primeiros Tomb Raider também sofrem com o teste do tempo, o 1º na época era revolucionário, mas já ficou datado logo com o 2º game que melhorou muito a jogabilidade. Mas no caso dele pelo menos a moda dos remakes funcionou bem já que a Crystal Dynamics fez um excelente trabalho em Tomb Raider Anniversary.
Verdade chapa, eu terminei o TR Anniversary ano passado e achei um jogo muito bom, mesmo com aquela jogabilidade antiga.
Eu terminei Altered Beast no Master System e no Mega Drive XD eu realmente gosto muito desse jogo, a trilha dele é muito icônica pra mim, já terminei a versão do arcade em emulador mas essa eu não conto =P
Me amarro nos seus textos!! Discordo na parte de dizer que as musicas antigas eram boas pq eram repetidas varias vezes, muita coisa boa foi feita mesmo com a limitação da epoca! Final Fantasy III do do super nintendo é um bom exemplo!
Bom, vamos lá:
Quando foi lançado Super Mario 64, via-se claramente a tentativa de dar um passo adiante, "evoluir" o gênero plataforma. Tanto que o termo "3D platformer" começou a ser utilizado bem depois. Era apenas "plataforma". Os milhares de jogos que seguiriam a mesma fórmula viriam aparentemente atestar a mudança de paradigma: agora, o jogo de avnetura por excelência não é mais side-scrolling.
Passadas duas gerações, no entanto, não se deixou de querer jogar o plataforma 2D. Ficou bem claro que hoje ele é um gênero distinto, com suas características de jogabilidade próprias e, embora ele seja preterido pela maioria, muita gente ainda gosta. E esse é apenas um exemplo, podemos aplicar em muitos outros âmbitos: jogos de luta 2D X 3D, RPGs com combate em tempo real X turnos, etc.
Eu gosto de jogos de plataforma 2D. Demais. Juntamente com RPGs, são o meu gênero favorito. Por quê? Porque eu acho que, como o 3D platformer divisou um gênero novo mais do que uma evolução de um mesmo gênero, os side-scrollers possibilitam uma experiência distinta que nenhum outro gênero oferece. E é por gostar tanto desse estilo que eu ainda jogo muito SNES e Mega Drive, pois, na minha opinião, ainda não se superou o nível de excelência em jogabilidade e level design dessa época.
Sem querer me prolongar demais, acho que o público retrogamer tende a aumentar, mas não é nada preocupante. Você deve enxergá-lo apenas como apreciadores de carros antigos: é um nicho de mercado específico, composto por um número de pessoas que pode até ser significativo, mas que nunca irá ameaçar a indústria mainstream.
Excelente comentário! Defendeu muito bem seu ponto de vista!
A disputa entre 2D x 3D é antiga e não fácil de decidir, realmente….acho que tem espaços pra todos os tipos de jogos e jogadores, só não estaria disposto a ver o mercado curvando-se exageradamente perante uma demanda frouxa como os retro-games!
Muito bom o texto chapa Diego. A nostagia nos games na verdade sempre existiu, inclusive na era 32/128 bit (lembra dos vários jogos "coletânia" tipo Atari Classics, Capcom Classic collections e Midway teasures só pra citar alguns) o que acontece hoje em dia é que a facilidade de distribuição online de jogos (que podem ser vendidos SEPARADAMENTE online) e o fato de que grande parte dos gamers da era 8, 16 e 32 bit agora são "homens-feitos" e (na maioria dos casos) independentes financeiramente, com saudades e capital para reviver as boas lembranças da infância/adolescência. Tanto público faz desse nincho uma verdadeira "galinha dos ovos de ouro" para as publishers clássicas que não tem pena de aproveitar ao máximo essa disposição para gastar, algumas até demais (leia-se SEGA).
Verdade hoje em dia é muito, mas MUITO fácil sugar dinheiro dos gamers com serviços online, e eu acho justo, afinal pra publicadora é isso que importa =/
As PUBLICADORA PIRA com a grana dos nostágicos. hehe. Acredito que foi a salvação da SEGA por muito tempo…imagina quanta grana ela não fez fácil vendendo seus games da era 16bit nas redes vituais e naquele site antes de hackearem?XD
Não denigro jogos atuais em função dos antigos, pois tudo tem sua hora de brilhar e de dar lugar ao próximo mas:
>Tirando o valor sentimental, Final Fantasy VII ainda é um ótimo jogo, tanto em gráficos, jogabilidade e narrativa.
>Os jogos de Atari ainda são muito bons porque naquela época usávamos a imaginação para compreender o jogo, hoje em dia é tudo muito fácil.
Essas duas são afirmações que deveriam ser encaradas como corretas. Turando todo fanboysmo em cima de Final Fantasy, o 7º é um ótimo jogo acima de tudo. E sim, só de olhar para a capa dos jogos de Atari poderiamos estender a imaginação para dentro da tela. Lembrando que quem fala aqui é um barbado de 30 anos. Portanto achei que esses foram exemplos infelizes no artigo. Fora isso, bacana!
Sobre a imaginação os jogos, hoje eles estão obviamente mais para filmes do que antigamente, quando estavam mais para livros, onde o exercício de pensar, estender o pensamento era recorrente.
Não é uma reclamação saudosista. Não. Hoje temos espaço para todos. Se você ainda quer exercitar sua mente de modo que não queira a TV exibindo de bandeja todo o mundo para você, pode recorrer aos jogos antigos ou os chamados indies.
Eu acho engraçado também a rapaziada que não viveu de fato as primeiras gerações de jogos mas mesmo assim insistem em reclamar do como a situação está hoje. Enquanto isso outros como David Cage tentam empurrar os games para frente forçando-os a ser um filme com opções invés de uma experiência de conquistas pessoais e superação de estágios com algum esforço notável de fato.
Por isso eu acho que além dos pensadores indies, a Valve é uma grande visionária capitalista. Ou capitalista visionária, como queira. Da mesma forma que ela recolhe rendas, está entregando ao público algo em troca, soluções. Left 4 Dead, por exemplo é um roteiro em aberto, desenhado on the fly por um grupo de pessoas, que depois poderão contar histórias, plots livres para outros amigos, como acontece comigo.
Thatgamecompany é outra, com seu novísssimo Journey. Quem não leu sobre esse jogo a fundo ainda, recomendo. E nem preciso citar o Minecraft, em que os objetivos partem de dentro da mente pra fora, invés do que acontecia antes sempre: Tela/objetivo/passividade do jogador.
Bom, fico por aqui e quem se interessou na minha humilde opinião de merda, eu tenho um site que é o http://www.pixelinferno.com.br . Abraços.
Belo artigo Diego, concordo totalmente com você. Tenho minhas ótimas memórias da época do Super Nintendo mas não ouso falar que os jogos daquela época são superiores aos de hoje, tem toda a questão do contexto que é complicadíssimo analisar e consequentemente comparar.
Seu artigo vai estar na edição de hoje da Semana Gamer =)
Abraços!
opaaa! Valeu sr. Yogodoshi! ;D
Como sempre, excelente artigo chapa Diego!. =)
Post excelente de informações, mandou muito bem! Passado e presente sempre estarão em uma briga frenética enquanto houver pessoas que sentem um certo medo de testar o novo por comodismo do que já foi novo um dia. Nos games tudo é muito marcante, o primeiro videogame, o primeiro game que jogou, zerou ou ganhou de Natal. Por conta de muito saudosismo é que criações que deveriam ganhar o primor são esfaqueadas em classificações que os deixam ao grau de underrated ou underground. A indústria tem brigado muito para chamar de novo a atenção dos antigos gamers que pararam de jogar desde o fim da Era 32/64 bits quanto os novos gamers que acreditam que videogame só começou a existir com PS3/Xbox360/Wii/PSP e 3DS. É por isso que jogos como MegaMan 10 e até RayMan Origins apareceram e até Sonic Generations que deve ter feito muitas gerações jogar juntas devido aos dois Sonics. Gosto de jogar tanto os jogos retrôs quanto os jogos novos.
Muito Show Chapa.. parabens!!! Se quiser curtir algo bem "nostalgic" da uma olhada em um dos meus videos http://www.youtube.com/watch?v=dsstdxqs22s&fe…
O legal de se jogar Super Nintendo / Mega HOJE e' que sao jogos faceis de jogar, estruturalmente bons e acaba valendo voce perder uns minutos. Ontem fechei Sonic 2 (Mega Drive) com o meu filho (de 3 anos) em uma hora e pouco. Que jogo hoje vc usa um ou dois botoes e fecha em uma hora?
Hoje em dia uma pessoa minimamente focada em uma boa causa nao tem tempo de aprender e acompanhar Street Fighter 4, Formula 1, FIFA 13, Call of Duty, Battlefield, MK9, Injustice, Uncharted, Assassins Creed etc etc. Depois de uma certa idade, tem que escolher um ou dois generos e se quiser curtir uns minutinhos, nada como Altered Beast ou Tartarugas Ninja 2.