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Mini Review #05 – Rayman Origins (PC)

Se for pra definir Rayman em algumas palavras, diria que ele é um jogo extremamente bonito. A arte gráfica do jogo deixa qualquer fã de plataformas em 2D de boca aberta. Pois bem, o jogo volta às origens do personagem (não espere por uma história complexa), que é de longe muitíssimo carismático, principalmente pelo level design que lembra muito os clássicos como Donkey Kong Country, Super Mario e porque não, Mega Man. Muito mesmo, há fases ali que são Donkey Kong 2 escritas.

Além ser desafiador (principalmente, nas fases finais) o jogo é simplista ao mesmo tempo. Você ganha em torno de 3 updates durante o game, o planar, a opção de andar pelas paredes e encolher para passar por partes pequenas da fase. Há a opção de jogar com outros personagens, que são na verdade Skins, pois a jogabilidade continua a mesma. Levei em torno de 10 horas para terminar, e não fiz 100% (desculpa, mas haja paciência para pegar tudo e fechar as fases em tempo recorde) e é aquela coisa, é um jogo de tentativa e erro, e depois de um tempo você fica “craque” na fase e passa por ela sem maiores dificuldades.

A música, os personagens, as fases, é tudo bonito e carismático. As fases são curtas, porém complexas em algumas partes. Vidas são infinitas, mas não se preocupe, você vai morrer muita vezes! Existe, claro, a opção de fazer vários “secretos” nas fases, como bater o tempo recorde da fase, salvar todos Electons (os bichinhos fofos rosas) e pegar todos os dentes do Green Reaper. Estes dentes são diamantes vermelhos achados apenas caçando o báu nas fases especias de cada mundo. Sim, este “caçando o baú” é literalmente um báu que foge quando vê Rayman, e você tem que correr atrás deles até pegá-los.

Minha única crítica negativa é de que o game no PC/Steam não possui achievements, o que achei meio caído para dias atuais

Se vale a pena? Óbvio! Mesmo pra quem não tinha conhecimento do personagem, compre no Steam (onde joguei) que está super barato. E que venha o próximo!

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Super Controle #087 – Livros baseados em Jogos

E chegamos a mais um Super Controle Podcast! Desta vez Six, Fuca, Lima e Yuri comentam sobre Livros baseados em Jogos.

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Mini Review #04 – The Last Story (WII)

Há alguns meses chegaram para mim os 3 jogos da linha rainfall (Xenoblade Chronicles, The Last Story e Pandora’s Tower); Terminei Xenoblade Chronicles, que é sem duvida um dos mais incríveis RPGs que joguei até hoje, superando meu adorado Final Fantasy 4. Mas não é sobre este jogo que vim falar aqui, porque após terminar Xenoblade, fui direto para The Last Story.

The Last Story tem um começo calmo com seus personagens explorando uma caverna, você é apresentado aos comandos de batalha, que são os mais perfeitos que já vi em um action RPG, você simplesmente chega perto de um inimigo e você começa a bater nele, quase como em Xenoblade, porém aqui a batalha é mais frenética: caso o inimigo ataque , você pode desviar do ataque, se defender, etc; Logo em seguida você é apresentado ao sistema de magias e cover, algo muito interessante também, pois caso tenha uma grupo de inimigos a sua frente, você pode se abaixar atrás de uma rocha e observar os inimigos a sua frente. Há arqueiros em um plataforma? Mande o mago destruir a plataforma com uma magia de fogo, ou você mesmo pode tentar derrubá-los com sua besta.

A musica é composta por nosso chapa de longa data Nobuo Uematsu. Ao meu ver, as músicas que tocam durante o jogo não me chamaram muita atenção, por naturalmente serem musicas ambientes sem muito impacto, mas a musica da ultima boss fight realmente traz aquele ar épico incrível.

A dublagem é muito boa, porém nas cutscenes o lipsync não é dos melhores, e o jogo é quase totalmente dublado, fora alguns NPCs (alguns poucos) pois enquanto você anda por ai você pode ouvir NPCs conversando entre si.

Para aqueles que gostam de gráficos me arrisco dizer que é jogo third-party mais bonito para o wii (graficamente) porque as cutscenes, mesmo geradas na engine do jogo (sim isso quer dizer que as roupinhas que você colocou no personagem vão estar la) conseguem ser muito bonitas, além os cenários que também são muito bonitos.

A trama começa com seu grupo de 4 personagens, indo dar um jeito em uma infestação de criaturas, para o qual foram contratados. Em determinado ponto um de seus companheiros é morto e seu personagem, Zael, tem uma flashback de sua mãe morrendo, e você recebe o um poder que a principio tem duas habilidade: uma de ressuscitar seus aliados e a outra é de chamar a atenção dos inimigos para você (mais para frente isso se torna útil); Vocês derrotam os inimigos, saem da caverna, salvam umas pessoas no caminho (em uma parte um viajante diz algo como ”Obrigado Cavaleiros”) e é dito a ele que vocês são um grupo de mercenários e o Senhor fica desconfortável com isso e vai embora. O preconceito com mercenarios é algo bastante abordado no jogo. O jogo segue com um romance básico, um ataque de uma nação inimiga, a descoberta de “o que é esse seu poder”, e no final um plot-twist meia boca.

Minha opinião final é que The Last Story é um jogo incrível, com ótimas mecânicas, boa musica, gráficos incríveis, excelente ambientação, porém ele falha no mais importante, na história, que só fica boa quando você descobre o que é esse seu poder (e isso ja é na metade do jogo), sem falar que nesse ponto o jogo da fortes sinais de como será o final. Mas isso não tira o valor do jogo, que é incrível e merece ser jogado, mas não joguem logo em seguida de Xenoblade, que assim acredito que sua experiência com o jogo será bem melhor.

 Post do ouvinte Tsutomu Matsumoto

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Super Controle #086 – Wii: Vá em Paz =~(

Olá chapas. (Crying rivers) É com pesar que Mateusix, Djuli, Frajola, Fusca e Yuri anunciam a morte de um grande companheiro de diversão, o nosso querido Nintendo Wii.

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Colunas, Mini Reviews

Mini Review #03 – Mario Kart 7 (3DS)

Sempre fui muito fã da série Mario Kart – joguei todos os seis games que antecederam este, não só por diversão, mas por um gosto quase profissional. E justamente por isso fiquei tão desanimado com o desbalanceado e simplista Mario Kart Wii, que eliminou várias mecânicas de jogabilidade em nome de alcançar um público maior. Por causa disso, Mario Kart 7 me surpreendeu tão positivamente.

Em primeiro lugar, a mudança mais notável são as “adaptações” nos veículos que permitem você andar debaixo d’água e flutuar num tipo de asa-delta. Isso parece irrelevante no começo, mesmo porque não há nenhuma pista em que você dirija somente debaixo d’água ou no ar. Mas com o tempo você percebe que é um importante elemento estratégico em alguns trechos, que pode significar uma boa vantagem caso você use corretamente. Interessante é notar que nas pistas antigas você pode escolher novos caminhos por causa disso.

Outra mudança, que na verdade já existia no Super Mario Kart de Snes, são as moedas. Há uma série delas espalhadas pelas pistas, com duas funções básicas: aumentar sua velocidade máxima (quanto mais moedas, mais rápido você anda) e desbloquear conteúdo extra, como modificações pros karts. Você perde moedas conforme apanha dos oponentes ou comete erros nas pistas, então é importante estar sempre atento.

O famoso “drifting”, ou “derrapagem”, também recuperou sua importância e utilidade (era quase impossível executá-lo Wii), dando uma boa vantagem a quem sabe usá-lo direito. Junte a isso pistas extremamente criativas e com uma trilha sonora empolgante (com destaque pras geniais Wuhu´s Loop e Rosalina´s Ice World); a adição de pistas mais longas, divididas em “trechos” e não em “voltas”; passagens secretas e caminhos alternativos em quase todas as pistas; personagens secretos surpreendentes; itens novos (como a tanooki suit e a flor de fogo); opções de customização muito variadas pros karts; e um modo online “user-friendly”. Isso faz de Mario Kart 7 um dos jogos mais completos da franquia, e principalmente – um dos mais técnicos, talvez competindo só com o Super Mario Kart pra Snes. Só lamento a ausência de um “Challenge Mode”, como no DS, pra variar um pouco a jogabilidade.

Se você, como eu, estava ansioso por um Mario Kart mais técnico e criativo, esse é o jogo pra você!

Checkpoint

Checkpoint #16 – Nintendo Contra a Maré

Todos concordam que a Nintendo é a campeã em apresentar boas e revolucionárias ideias, mas nem todos concordam que ela é a melhor em executá-las. A coluna desse mês ignora todo e qualquer fanboy e apresenta as melhores ideias da Nintendo e como o mercado aprimorou tudo que ela trouxe.

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Tema adaptado por Djuli e J. Pedro Ribeiro.