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Super Controle #096 – Team ICO – Shadow of Colossus e ICO

E chegamos a mais uma edição do Super Controle Podcast. Hoje Six, Lanzonet, Fuca e Seika comentam sobre as maravilhas produzidas pelo Team Ico: Ico e Shadow of The Colossus.

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Mini Reviews

Mini Review #17 – Darksiders 2 (X360)

Darksiders 1 foi uma grande surpresa quando saiu a alguns anos e eu lembro que eu o considerei como sendo um Zelda de macho, por ter uma jogabilidade bem parecida, além é claro dos puzzles, mas tudo isso com uma temática “não tão feliz” como em Zelda. Na continuação você joga com Death e tem a missão de redimir uma certa cagada feita pelo seu irmão, War, no 1º game.

O bacana em Darksiders 2 é que ele manteve os elementos bons do 1º game e incluiu novos. As dungeons gigantes continuam presentes, com vários puzzles para resolver, só que agora em quantidade muito maior. Algumas sidequests foram incluídas, mas não muitas, entretanto, a quantidade de colecionais é grande e você certamente irá passar um bom tempo procurando os itens pelos cenários abertos e pelas dungeons, logicamente, utilizando os equipamentos novos que você ganha ao longo do game (um backtraking estilo Zelda mesmo).

Os gráficos continuam “cartunescos”, mas estão bem mais polidos que no 1º game. Nos cenários abertos, ou world map por assim dizer, as texturas são meio fracas, mas nas dungeons o jogo é muito bonito. O jogo mantem um framerate estável o tempo todo, mesmo quando tem vários inimigos na tela e é aquela bagunça, adicionalmente, o tearing, que era insuportável no primeiro game, reduziu bastante.

A trilha sonora é bacana e combina bastante com o cenário onde você, só a voz do Death que achei meio tosca, afinal, o cara é a Morte, tinha que ter uma voz sinistra.

O jogo continua com a jogabilidade hack and slash do primeiro game, só que agora você tem mais combos e o personagem é bem mais ágil, deixando o game mais divertido. Uma evolução bacana é que o game agora tem loot, bem nos estilo Diablo, onde você tem várias versões de armas e armaduras com atributos e bônus. Death tem uma foice como arma primária e machados, espadas, “luvas”, dentre outras, como armas secundárias, cada uma delas podendo ser combinadas nos combos e gerando golpes distintos. A arvore de skills é grande também, tendo em média 10 golpes especiais e magias.

O jogo durou em média 18 horas, mas ainda tenho algumas sidequests para fazer e muitos colecionais para pegar. Ele tem ainda a opção de newgame+ para manter o seu personagem/itens.

Darksiders 2 é um dos melhores jogos que joguei me 2012, uma evolução do 1º game que deve ser jogado por todos. Agora é aguardar a continuação, quem sabe, na nova geração de consoles.

Power Up

Power Up #04 – Grey – Eu tô com medo, cara.

OLÁÁÁÁÁÁÁÁ chapas do SuperControle, nessa semana jogarei um pouco do mod de HALF LIFE 2, Grey!

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Podcasts

Super Controle Pocket #095 – Socando a Mariposa na GamesCom 2012

E hoje no Super Controle Pocket Six, Djuli, Frajola e Lanzonet comentam sobre a vida e como matar mariposas.

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Mini Reviews

Mini Review #16 – The Witcher 2 : Assassins of Kings (PC)

Sempre que alguém cita Crysis, o que vem a cabeça são computadores potentes, gráficos lindos e um jogo meia-boca. Eu ouvi falar muito sobre os gráficos de The Witcher 2, mas se você disser que é um jogo ruim eu vou te torturar mais severamente que os carrascos das masmorras do norte!

O game é mais um rpg medieval, porem é mais sujo e realista que seus concorrentes. O jogo é sim graficamente maravilhoso, mesmo que você jogue no 360 vai se surpreender com o realismo das florestas e iluminação. Mas é um conjunto de som incrivelmente detalhado, história madura ( e não estou falando dos peitinhos, mesmo que eles sejam dignos de destaque!) e belos ambientes que me fizeram encarar as várias horas do jogo do estúdio polonês sem ver o tempo passar.

As batalhas não são um simples hack and slash da vida no qual você aperta o botão de ataque sem parar. Se você se lança tolamente pra cima de um grupo de inimigos, vai morrer em poucos segundos. No game você tem que usar suas armadilhas, poções e magias como elementos de estratégia, bem como esquiva e defesa. Se você for descuidado, o mais insignificante dos inimigos acaba com você.

Mesmo sendo um jogo lindo, faltou grana ao estúdio pra caprichar mais nas cutscenes, algumas delas ficam bem corridas. O jogo também tem problemas de câmera e algumas partes furtivas que não funcionam.

The Witcher te entrega um plano político interessante, escolhas que realmente te fazem pensar muito e personagens muito bem desenvolvidos. Removendo quests infinitas e zilhões de inimigos, o jogo pôde conduzir melhor você por um ambiente confuso e inóspito. Se seu PC for mediano, ou tiver um 360, você deve a si mesmo jogar The Witcher 2, que está longe de ser o novo Crysis.

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Destaques, Overkill, Podcasts

Overkill #16 – Achievements, Conquistas, Troféus…

Salve, chapas! Nesta segunda-feira, Erick Seika, Mateus Lima e o chefe Mateus Six batem um papo sobre Achievements, Troféus, Conquistas e tudo o mais! Veja o post

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Tema adaptado por Djuli e J. Pedro Ribeiro.