Super Controle #104 – Top 100 RPGs da IGN
E chegamos a mais um Super Controle Podcast! Hoje, Six, Lanzonet, Frajola, Fuca e Diogo, o irmão do Frajola, comentam sobre a lista dos 100 melhores Rpg’s da IGN.
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E chegamos a mais um Super Controle Podcast! Hoje, Six, Lanzonet, Frajola, Fuca e Diogo, o irmão do Frajola, comentam sobre a lista dos 100 melhores Rpg’s da IGN.
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Ei, você já zerou todos os GH/RB? Lembra-se de quantas vezes teve que colocar a mão dentro de um potinho com água gelada depois de ter jogado “Symphony of destruction” no expert… Calma Rock Smith não será diferente no quesito replay, este terá vida longa no seu console ou PC. O jogo que promete aos entusiastas e entusiasmados aprender a tocar guitarra, vai do mais básico e simples “Boys dont cry” (The Cure), a “Symphony of Destruction” (Megadeth). O game responde muito bem a cada toque ou mudança frasal e mesmo guitarras de diferentes marcas não sofrem alteração alguma, a captura é perfeita, há um lag quando ligado a TV de segundos antes de entrar na música e ao usar o afinador, portanto recomendo usar um aparelho de som ou hometheater para melhor aproveitamento.
Bem o Multiplayer do RS não é lá essas coisas. Tocando junto com um amigo, as 2 guitarras fazem o mesmo; não há diferença entre qual é a base qual é o solista, e isto achei bem chato. Talvez isto mude jogando a versão Contrabaixo, mas não cheguei a testei. Conforme a música flui na tela é visível a evolução de alguém que quer ou já sabe tocar, mas tem vezes em que o game apela um pouco com tem músicas que possuem poucas notas. No entanto, depois do segundo acerto, o jogo te mostra todas as notas na tela, assim como nos momentos dos solos, que geralmente são feitos nas últimas casas, podendo desmotivar os novatos, mas não se preocupem: há um modo em que se pode colocar para repetir a frase onde tem dificuldade, tornando assim um pouco mais divertido essa parte de coordenação e rítmica .
Um pouco atrasado, mas uma das adaptações de games do ano finalmente aparece aqui: Resident Evil: Retribution. A crítica do último episódio da franquia (só que não) Resident Evil/ Paul Anderson. Veja o post
E está começando mais uma edição do Super Controle, e desta vez, em sua versão pocket, Six, Djuli, Fuca, Hilliam e Frajola (aos atrasos) comentam sobre a Brasil Game Show 2012, ouvintes legais e o Boteco on The Rocks.
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A Video Games Live, como descrita no site oficial, é um “evento que reúne o mundo da música dos games mais populares com a presença ao vivo de orquestra sinfônica, coro, solistas, vídeos exclusivos, arranjos musicais, iluminação sincronizada, percussionistas eletrônicos, ação ao vivo e momentos reais de interação, fantasia e entretenimento explosivo”. Mas se você acompanha os joguinhos eletrônicos há algum tempo, isso não deve ser novidade pra você.
Jogos em primeira pessoa que não sejam de tiro são uma certa raridade nesta geração, principalmente com uma temática stealth. Alguns anos atrás, existia um clássico para os PC que tinha essa abordagem stealth em primeira pessoa, chamado Thief. Como sempre tive PC da Xuxa não tive oportunidade de jogar o game na época, mas pelas características citadas em reviews fica claro que Dishonored é uma grande homenagem a este game, juntamente com uma mistura de alguns outros títulos de peso desta geração.
No jogo você controla Corvo, o guarda costa da Imperatriz da grande nação de Dunwall, uma espécie de Londres dos anos 1880-1900, que possui elementos steampunk. No começo do jogo Corvo retorna de uma missão e ao se encontrar com a Imperatriz a mesma é assassinada por conspiradores que sequestram a filha dela, Emily, ao mesmo tempo que colocam a culpa em Corvo. Basicamente você é preso, mas consegue fugir e se alia a alguns rebeldes que querem lutar contra o regime opressor do novo governante. Bom, se por um lado a história é bem clichê, por outro a ambientação do game é muito maneira. A cidade tem todos este ar de Londres de Sherlock Holmes, mas com alguns elementos tecnológicos. Um fator importante do game é que a cidade está infestada por uma peste, bem semelhante a peste negra, só que muito mais agressiva, onde a cidade está tomada por ratos hardcore (hardcore porque bastam 7 ratos se juntarem para atacar praticamente todos que passam na sua frente e comer os mortos até não sobrarem nem os ossos, agressivo), além de várias pessoas doentes.