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Mini Review #28 – Call of Duty: Black Ops 2 (PC)

Eu adoro filmes do Michael Bay. Divirto-me abusurdamente vendo robos gigantes se explodindo e encouraçados da marinha americana atirando mísseis em naves alienígenas. Quando adquiri Call Of Duty: Black Ops 2 pensei que tudo que iria ver era explosões, tiroteios e algumas dezenas de helicópteros em queda com uma história “America, fu*k yeah!”. Bem, estava certo, pelo menos na parte da ação. Black Ops 2 mostrou-se sendo um dos jogos FPS mais competentes do últimos anos, sendo capaz de fazer algo que pouquissimos jogos com a temática de guerra consegue: Aliar uma jogabilidade boa, ligeira e intuitiva com uma história rica e intrigante.

Para quem não sabe, o novo jogo da Treyarch aborda, majoritariamente  um cenário bem diferente dos últimos jogos da série, apostando no futuro próximo, mais precisamente em 2025, também há missões e flashbacks durante a guerra fria, que servem como modo para explicar as motivação de todos os personagens, sejam esses “mocinhos ou bandidos” (o jogo faz um ÓTIMO trabalho deixando essa tal “ética” em xeque). Daqui 13 anos, na visão do jogo, as forças armadas, mesmo ainda tendo os maiores proporções de seus soldados sendo de carne e osso, também contam com drones e outros robôs fazendo parte de seus números. É bem interessante ver todo o estudo que o estúdio californiano fez para o design tanto das armas quanto de seus aliados (ou inimigos) cibernéticos, nada parece ser muito futurístico ou surreal, tornando o a experiência mais crível (pelo menos nesse sentido).

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Destaques, Podcasts

Super Controle #108 – Por que não terminamos mais jogos?

E chegamos a mais uma edição do Super Controle Podcast. Desta vez. Six, Djuli, Lanzonet, Rufino e Thiago Salvador, o @ogro_himself, debatem sobre porque não terminamos mais jogos.

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Mini Review #27 – The Walking Dead (PSN)

Quando descobri sobre a Telltale Games, sua fundação como empresa, não poderia ficar mais animado: a empresa foi fundada em 2004 por antigos empregados da consagrada LucasArts, empresa de adventures de muito sucesso na década de 80/90. Além de trabalhar com personagens como Sam e Max e uma nova aventura na série Monkey Island (Tales of the Monkey Island), a empresa começou a investir pesado em jogos inspirados em sucessos da televisão e cinema, como CSI, Law and Order, Back to The Future e Jurassic Park, chegando a The Walking Dead.

The Walking Dead é uma série de revistas em quadrinhos criada por Robert Kirkman em 2003 sobre um futuro pós-apocalíptico dominado por zumbis. O sucesso da revista levou a uma adaptação da série para a televisão e, claro, aos video-games, através da Telltale. Apesar de zumbis serem considerados clichê atualmente, The Walking Dead vai muito além dos zumbis, e a Telltale conseguiu transferir isso para o seu jogo de maneira sensacional.

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Destaques, Podcasts

Super Controle Pocket #107 – Armadilha ou Arapuca?

E chegamos a mas um Super Controle Podcast! E neste episódio, Six, Frajola, Lanzonet, Mateus Lima e Rufinex comentam suas jogatinas atuais.

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Mini Review #26 – Forza Horizon (X360)

Olá pessoal, aqui quem los escreve é o @leomexican, e hoje venho falar sobre este supra-sumo dos jogos de corrida: Forza Horizon.

Quando eu vi o primeiro trailer de Forza Horizon logo pensei: “Se este jogo for exatamente como esta nos trailers, e você tenha que dirigir até os eventos e for ficando famoso e tal, vai ser perfeito.” Mas como todos nós soubemos, trailers de jogos e filmes costumam nos animar ao extremo com materiais que muitas vezes estão bem diferentes do produto final. Mas com Horizon foi totalmente o contrário, pois o game é tudo que eu esperava e muito mais!

Pois bem, só para começar, junte produtores que já fizeram parte das equipes de Dirt, Need for Speed, Bournout, Project Gothan Racing e Forza e você terá os produtores de Horizon. Só aqui já é um ótimo motivo para você dar uma chance ao jogo, mas vamos lá que ainda tem muito mais pontos positivos.

História: No começo, eu sinceramente achei que o jogo não teria história nenhuma, pois é isso que jogos de corrida fazem certo? Errado! O jogo tem uma história muito bacana, é claro que não é nada do tipo roteiro cinematográfico, mas é o tipo de história que já basta para te deixar imerso no game, e te deixa com vontade de provar a todos no evento quem é o tal do “corredor novato” que anda ganhando corridas por ai. O jogo trabalha com CG’s de ótima qualidade, nos primeiros momentos quando comecei a assistir, cheguei a achar que era vídeos com pessoas de verdade (acho que ando vendo muita coisa sobre Halo 4 :P ).

E para completar: Tem adversários patéticos que ficam te tirando para idiota o tempo todo? SIM! Tem um adversário fodão que não é arrogante, mas que sabe que é o melhor corredor? SIM! Tem uma mina gata que fica largando indiretinhas para você toda hora? SIM! Tem personagens que viram seus amigos e você se sente bem ao ver, ou falar com eles ao longo do game? SIM!

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Overkill #21 – O que é um jogo indie?

Salve, chapas! Nesta segunda-feira, Erick Seika, Mateus Lima e o convidado Johnny do Gamer Inconstante tentam responder à dificílima pergunta: afinal de contas, o que é um jogo indie? Veja o post

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Tema adaptado por Djuli e J. Pedro Ribeiro.