Mini Reviews
Quando tivemos o anúncio de um novo jogo da franquia Devil May Cry, muitos fãs do gênero Hack and Slash ficaram animados, e com razão, afinal, os jogos são um dos melhores do estilo, juntamente com Bayonetta e God of War, entretanto, um fator em específico deixou vários preocupados, a mudança do visual e do estilo do protagonista da série, Dante. Com um visual modificado, feições diferentes e uma nova cor e corte de cabelo, muitos não gostaram do estilo, chegando a classificar o personagem como emo e drogado. Eu mesmo na época achei bem estranho o personagem, mas, jogando hoje, nota-se que muita coisa mudou em relação as primeiras imagens e vídeos promocionais. Podemos dizer que a Ninja Theory, desenvolvedora deste jogo, não foi muito feliz no marketing inicial, mas, independente disso, entregou um excelente Hack and Slash, mantendo o estilo dos jogos da franquia e fazendo algumas modificações que caíram muito bem.
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Mini Reviews
2013, ano novo, com jogo velho?? Sim, o jogo pode ser antigo, mas para mim, é um objetivo de vida realizado. E o mini review está valendo também, porque sei que poucas pessoas tiveram a oportunidade (ou a vontade) de jogar Policenauts, praticamente um clássico cult dele, sim, o mestre Hideo Kojima.
Policenauts é um adventure/visual novel/interactive cinema que você joga como Jonatham Ingram, um dos 5 policenauts (policiais selecionados ao redor do mundo) para se tornarem os primeiros policiais da colônia espacial “Beyond”, que teve a sua construção finalizada em 2013. Durante um teste com uma roupa espacial, Jonatham sofre um acidente e é sugado para o espaço. Considerado morto por todos, seu corpo é achado 25 anos depois, vivo, hibernado graças ao módulo de criogenia de roupa.
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Destaques, Memory Pack

A ideia da coluna não é apenas falar de antiguidade. Hoje, damos um tempo na série Breath of Fire para falarmos de um relativamente obscuro jogo de ação com uma longa história por trás. Mais precisamente, 30 anos.
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Quando Far Cry 3 foi apresentado na E3 deste ano eu não dei absolutamente nada pelo jogo. Não que a apresentação tenha sido sem graça e o jogo não parecesse interessante de alguma forma, mas é que a minha experiência com Far Cry 2 foi péssima, o jogo era extremamente cansativo pelo excesso de missões repetidas, respawn de inimigos e pela distância extrema entre cada quest.
Quando comecei a jogar Far Cry 3 já fiquei um tanto quanto impressionado pela abertura do game: um bando de playboys, filhinhos de papai bem no estilo dos do Max Payne 3, curtindo férias radicais em uma ilha paradisíaca, mas, que acabaram se ferrando bonito. Os 6 amigos, contanto com o protagonista, Jason Brody, são capturados por uma milícia/piratas, que querem pedir um resgate milionário para os pais dos aborrecentes, ou, no pior dos casos, vender eles como escravos em outros países. Parece um plot meio genérico, mas o vilão, Vaas, com todo o seu carisma de psicopata, é um show a parte. Acaba que Jason consegue escapar com a ajuda do seu irmão, que não teve tanta sorte, e é resgatado por Dennis, que faz parte dos Rakyat, os nativos da ilha, que lutam com a milícia do Vaas. E assim o jogo começa.
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