
Todos concordam que a Nintendo é a campeã em apresentar boas e revolucionárias ideias, mas nem todos concordam que ela é a melhor em executá-las. A coluna desse mês ignora todo e qualquer fanboy e apresenta as melhores ideias da Nintendo e como o mercado aprimorou tudo que ela trouxe.
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No passado era algo quase exclusivo a jogos de luta, corrida e beat’up; hoje praticamente qualquer jogo de qualquer gênero quer colocar uma opção multiplayer e faturar uns trocados a mais. Com o vindouro lançamento do quarto God of War e a promessa de mais um multiplayer, fica a pergunta: pra quê?
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Virou chavão reclamar do vários relançamentos de jogos da CAPCOM e de sua postura mercenária, mas aonde está o real problema por trás de tantas edições especiais?
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Nunca antes na história dos videogames a nostalgia foi tão usada como recurso para motivar vendas: reutilização de personagens clássicos, referências a era 16 bits, jogabilidade retrô…Estaríamos diante de uma febre de homenagens ou de truques pra disfarçar produtos fracos e a falta de criatividade?
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Inovação sempre foi um lema da Nintendo, mas com o vindouro lançamento do console Wii U abrindo as portas de uma próxima geração, será que ela acertou de novo ou deu um tiro no pé?
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Como uma empresa inovadora que trouxe jogos como Batletoads, Donkey Kong Country, Killer Instinct, Perfect Dark e Gondeneye perdeu toda sua relevância nas gerações atuais. Afinal o que aconteceu com a Rare?
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