Review Ni no Kuni – PS3
No review de hoje, Mateus Lima, Erick Seika e Alex Seph falam sobre Ni no Kuni.
Podcast: Play in new window | Download
No review de hoje, Mateus Lima, Erick Seika e Alex Seph falam sobre Ni no Kuni.
Podcast: Play in new window | Download
Podcast: Play in new window | Download
Todo dono de 360, e acredito que até mesmo quem não tenha o console, sabe que existem 2 franquias exclusivas de grande peso no Xbox 360, uma delas é Halo e outra é Gears of War. Quando vi Gears 1 pela primeira vez fiquei embasbacado com a qualidade técnica do jogo, além é claro da diversão do mesmo, sendo considerado pela maioria como o jogo que inaugurou a jogabilidade de shooter de “murinho”. Depois do lançamento de Gears 3 muitos imaginaram o que a Microsoft iria fazer com essa franquia, a trilogia tinha finalmente terminado, mas certamente não seria o último jogo da mesma. Alguns DLC’s saíram, não só de multiplayers, mas de algumas campanhas curtas, de duração aproximada de 1 hora, sempre focados em eventos passados do game que não foram retratados nos 3 jogos. Com a história concluída no 3º game, a única opção da Epic, produtora do jogo, seria de lançar um prequel, mas a pergunta é, isso renderia conteúdo para um novo game?
Estreia hoje no SuperControle o novo estilo de review do site. E para a estreia, nada melhor do que estar na companhia da nova Lara Croft em Tomb Raider!
Podcast: Play in new window | Download
E chegamos a mais um Super Controle Pod… OPS! Nada disso chapas!
Podcast: Play in new window | Download
The Bridge, desenvolvido de forma independente por Ty Taylor e Mario Castaneda, é um puzzle game onde o objetivo principal parece simples: Controlar o protagonista do seu ponto de origem no cenário e levá-lo até um destino, mas para isso, será necessário o constante uso da gravidade como principal meio de jogabilidade para manipular o cenário e completar o objetivo.
O game começa com o protagonista abaixo de uma árvore. Logo nesta introdução, somos obrigados a usarmos a gravidade para mexer com a tela, fazendo algumas maçãs caírem na cabeça do protagonista. Sendo assim, é entendido logo de início que a jogabilidade do game será essa. O personagem pode caminhar tanto para a esquerda como direita (A e D), e além disso, poderemos usar os botões das setas esquerda e direita, que irão controlar a rotatividade da gravidade no cenário, onde poderemos “girar a tela” para o lado que queremos. Temos também o botão que faz o personagem “retroceder no tempo” quando algo dá errado, mesmo recurso que foi usado em Braid. Os puzzles vão se complicando conforme a passagem dos estágios, criando novas maneiras de explorar o cenário conforme avançamos as fases, como uma espécie de vórtex gravitacional e um modo de gravidade para “mudar de lado” da mesma, além de um “véu” que faz o protagonista ficar estático enquanto giramos o cenário. O que parece complicado de se ver inicialmente, vai se tornando cada vez mais acessível ao se jogar o game, e o arco de aprendizado faz você querer cada vez mais.